IN MEMORIAM



HUGO ROCHA – Jornalista
(1907 – 1993)

O jornalista Hugo Rocha, em 1951, lançou o seu livro “O Enigma dos Discos Voadores” tornando-se pioneiro, por excelência, no estudo da ovnilogia em Portugal.
Em 1958 chegou-nos com “Outros Mundos Outras Humanidades” onde fez uma abordagem séria sobre o fenómeno a nível mundial. Foi convidado de honra no “Iº Congresso de Ovnilogia”, realizado na cidade do Porto (Faculdade de Economia),  em 7 e 8 de Outubro de 1978, a convite do então jornalista Joaquim Fernandes, do CEAFI (Porto).
Em 1987 lançou “Há Outra Humanidade no Interior da Terra?” fazendo abordagem aos mundos subterrâneos.



BERNARDINO SÁNCHEZ BUENO – Engº Eletrotécnico
(1916 – 1994
)

O Engº Sánchez Bueno, foi natural de Badajoz, tendo vivido em Lisboa, onde iniciou o estudo do fenómeno OVNI em 1954.
Em 1969, foi convidado por Antoni Szachnowski, presidente do Anglo-Polish UFO Research Club, com sede em Londres, para coordenar em Portugal, o «Project International UFO Petition», destinado a promover, junto da ONU e da UNESCO, a realização de investigações sobre OVNIS a nível internacional.
Em Fevereiro de 1977 fundou o CECOP – Centro de Estudos Cosmológicos e Parapsicológicos, de Lisboa. A revista “Galáxia 2000” era a publicação que representava o Centro no circuito comercial , tendo editado vários trabalhos de estudo de ovnilogia.
Em 1978, publicou o seu primeiro livro denominado de “OS OVNIS E A VIDA NO UNIVERSO”, da editora António Ramos. Já na década de 80, concretamente em 1985, lança uma trilogia de livros, onde o “OS OVNI NO PASSADO REMOTO”, da editora Bertrand, editando de seguida o “Vinte Séculos de História dos OVNI” e Os OVNI na Época Contemporânea”, ambos editados pelo Circulo de Leitores, 1988 e 1992 respetivamente,  que numa linguagem clara e baseada na vasta documentação, fez o historial do fenómeno através dos séculos.
Foi convidado de honra no “1ºCongresso Ibérico de Ovnilogia”, realizado a 7 e 8 de Outubro de 1978, pelo CEAFI (Porto).
Em 1992, foi eleito pela APPO (Associação Portuguesa de Pesquisa OVNI), de Rio de Mouro, como Sócio Honorário daquela entidade pelos serviços de excelência praticados ao longo da sua vasta carreira.



FINA D’ARMADA – Historiadora
(1946 – 2014
)

Fina d’Armada era natural da Quinta d’Armada, freguesia de Riba de Âncora, concelho de Caminha, distrito de Viana do Castelo. Foi a 7ª filha de um casal de proprietários agrícolas alto-minhotos.
Seu nome oficial era Josefina Teresa Fernandes Moreira, mas não considerava Fina d’Armada um pseudónimo, pois era assim que a tratam desde criança na terra onde nasceu. Formou-se inicialmente em professora primária, depois licenciou-se em História pela Universidade do Porto. Foi professora de História e Português, e, depois de aposentada, continuou intensamente a sua vida literária, sobretudo na área da investigação.
Participou no “1ºCongresso Ibérico de Ovnilogia”, realizado 1978, com o seu trabalho “Fenómenos Celestes na Imprensa Portuguesa do Século XVIII” onde fez abordagem histórica europeia sobre a vaga de 1716.
A sua primeira obra foi editada em 1980, “FÁTIMA – O QUE SE PASSOU EM 1917″(Bertrand), quando em 1981 e em coautoria com o então jornalista Joaquim Fernandes, aprofunda o trabalho em “INTERVENÇÃO EXTRATERRESTRE EM FATIMA-AS APARIÇÕES E O FENÓMENO OVNI”(Bertrand) sobre os fenómenos insólitos ocorridos em Fátima. E sempre na reflexão deste estudo único e nunca antes explorado nos anais da ovnilogia nacional quando, entre 1977-80, obteve uma bolsa do Instituto Nacional de Investigação Científica para escrever A Mulher Portuguesa na Primeira República. Com essa bolsa, conseguiu entrar nos Arquivos “Secretos” de Fátima e isso prejudicou toda a sua carreira académica futura.
Novos ensaios literários apareceram em 1995, com o “AS APARIÇÔES DE FÁTIMA E O FENÓMENO OVNI”(Editorial ESTAMPA)  e, em 2002, surgiu “FÁTIMA-NOS BASTIDORES DO SEGREDO”(ÂNCORA Editora), todos estes sempre na companhia do jornalista Joaquim Fernandes.
No seu último trabalho editado sobre o fenómeno, em 2004, surge com “O SEGREDO DE FÁTIMA E NOSTRADAMUS” (ÉSQUILO) onde associa as revelações entre o segredo e o profeta francês Nostradamus.